Meu peludo agora é idoso. Quais cuidados essenciais devo ter?

Especialistas afirmam que algumas características já podem indicar que o período geriátrico chegou ao peludo Especialistas afirmam que algumas características já podem indicar que o período geriátrico chegou ao peludo

Um peludo de porte pequeno chega à “terceira idade” aproximadamente aos 11 anos, enquanto os de porte grande a gigante já se tornam senhores por volta dos 7 anos de vida. Mas eles se convergem em um ponto de extrema importância: a demanda por cuidados essenciais.

Especialistas afirmam que algumas características já podem indicar que o período geriátrico chegou ao peludo. Uma delas é o crescente número de pelos brancos, assim como nós humanos desenvolvemos os cabelos brancos ou grisalhos.

A dificuldade em enxergar ou ouvir, falta de interesse em brincar ou correr como antes e desenvolver muito tártaro nos dentes são outros indícios relevantes para determinar uma realidade que nunca queremos nos deparar: a idade chegou.

Entretanto, alguns cuidados essenciais podem prolongar a vida do peludo de estimação, independentemente se for de raça definida ou não. Preste atenção e compartilhe com seus contatos todo esse conteúdo que trazemos nesse post.

A Alimentação

A alimentação é um dos segredos que garantem a qualidade de vida e a longevidade daquele ser que amamos incondicional e irrestritamente. Portanto, buscar orientações de um profissional da medicina veterinária de sua confiança e que conheça a realidade do seu peludo é o primeiro passo a ser dado.

Esse cuidado com a alimentação de um peludo idoso se justifica por causa de necessidades pontuais que cada um desenvolve. Alimentos naturais ricos em fibras, que previne a obesidade, energia e ingredientes balanceados são as opções ideais.

E claro, a ingestão de água com frequência reduz o risco de cálculos e infecção urinária.

A Saúde

Já a saúde bucal não tem menos importância. Além de instalar o mau-hálito, o tártaro está relacionado à infecção bacteriana e à queda dos dentes.

Mas não é a queda dos dentes o motivo de preocupação mais alarmante. As bactérias podem provocar hemorragia e assim tomar conta da corrente sanguínea, atingindo por meio de infecções alguns órgãos vitais como os rins, fígado e coração.

E, mais uma vez, a melhor prevenção é manter em dia as visitas a um profissional de medicina veterinária. Esse é um cuidado base.

As Mudanças

Outro cuidado essencial que devemos ter com os peludos na melhor idade é evitar aquelas mudanças bruscas na configuração mobiliária do lar.

O motivo desse zelo é que com a idade avançada, a oxigenação no cérebro fica menor. Ainda que consiga se adaptar facilmente a qualquer ambiente, uma simples mudança brusca pode potencializar casos de estresse e até mesmo risco de doenças.

E em caso de mudança de endereço ou reforma, atenção redobrada aos pisos escorregadios. Você sabia que os peludos também desenvolvem artrite quando a “idade chega”?

Nova Realidade

Por fim, os tradicionais passeios no parque, na praça ou mesmo  em volta do quarteirão onde vivem, devem ser mantidos. Mas claro, adaptados para a nova realidade com extrema dedicação, paciência e o amor incondicional que será retribuído até o último suspiro do peludo.

 

                                                                                                                                                 Texto: Thiago Vendrami