7 dicas essenciais para receber um peludo em casa

Receber um peludo na família requer planejamento. Você está preparado(a) para cuidar de um pet? Receber um peludo na família requer planejamento. Você está preparado(a) para cuidar de um pet? Arquivo da internet

Receber um novo membro na família é – ou ao menos deveria ser - resultado de planejamento. E esse planejamento contempla estudos, adequações na rotina e no espaço onde moram e uma análise sobre as finanças pessoais e familiares, independentemente se o novo membro a ser recebido é um ser humano ou um peludo.

Um peludo, mesmo quando humanizado pela família, tem diferenciais peculiares, como seu modo de se comunicar e o de ser uma eterna criança, o que demanda uma atenção especial para questões de segurança e bem-estar.

E para que sua experiência de receber um peludo em casa seja a melhor possível para todos os envolvidos, nós da La Pet Cuisine trazemos 7 dicas essenciais para o sucesso dessa relação. Vamos lá?

Mas antes, perceba que por vários momentos a palavra adequação fará parte do contexto. Receber um peludo é um ato de amor de adequação de sua vida para dar e receber o que há de melhor em sentimentos.

1.Segurança

Pode parecer uma insistência desnecessária abordar esse tema tanto na introdução desse conteúdo quanto logo na primeira dica, mas ela (a insistência) se justifica por preservar a família e o peludo.

Plantas, por mais que tornem o ambiente mais bonito, são grandes desafios. Algumas são potencialmente prejudiciais aos peludos, por serem tóxicas, levando em alguns casos, à morte.

Exemplos: Violeta, Lírio, Espada de São Jorge, Azaleia e Copo de Leite.

Fora isso, deixar objetos de decoração com pedaços pequenos ou frágeis espalhados pela casa é assumir um risco. Lembra-se da parte “são eternas crianças”? Então, nunca se sabe quando vão decidir gastar toda a energia brincando e sem noção alguma do que vão enfrentar.

Outro cuidado importante com a segurança do seu peludo é manter a casa toda telada, para que nenhuma ameaça invada o espaço dele ou que ele não se coloque em risco de se ferir gravemente, como por exemplo pular do segundo piso de uma casa que tem um vão por onde ele pode passar.

Por fim, é recomendável também fixar toalhas de mesa ou qualquer outro item que pode ser puxado. Não importa se por instinto ou por arte mesmo, o peludo vai querer puxar e isso traz risco de derrubar algo pesado que pode causar sérios ferimentos.

2. Bem-estar

Os peludos têm muita energia. Eles querem brincar o tempo todo e quando estão sozinhos bate aquela depressãozinha, saudade da família e potencializam alguns sentimentos que podem interferir na saúde.

Que tal investir em verdadeiros “playgrounds” para que o tempo passe mais rápido e agradável para eles? Direta e indiretamente ainda contribui para a longevidade do seu peludo.

E, ao final do dia, um passeio ao ar livre faz bem para todos. O seu peludo vai amar.

3.Rotina

Acordar, se banhar, tomar café da manhã, sair para trabalhar, passar em casa correndo para almoçar (nem sempre), trabalhar ainda mais, cursos, reuniões, academia, ...

São tantos os afazeres que nem sempre sobra um tempo para dedicar ao peludo, o que traz consequências citadas no tópico acima.

O passeio ao ar livre vai além do bem-estar proporcionado a ele. Se colocado na rotina, sua saúde agradecerá e o relacionamento entre peludo e humano fica ainda mais intenso e agradável.

Ah, se prepare para ter um alguém para disputar a atenção com a TV e a internet. Prepare espaços em sua casa para que as concorrências se tornem aliados.

4.Alimentação

Antes de acolher seu peludo, coloque na ponta do lápis o investimento necessário para uma alimentação saudável, a partir de recomendações de profissionais da medicina veterinária.

Alimentação natural demanda um pouco mais de investimento e tempo, esse último suprido por especialistas que entregam tudo o que seu peludo precisa dentro da sua realidade. Entretanto, vale muito a pena.

Fuja de produtos comerciais e tradicionais que são ricos em químicas e outros malefícios para agradar

5.Higiene

Os peludos têm suas necessidades como qualquer outro ser vivo. Eles urinam, defecam, vez ou outra por algum motivo vomitam.

E quando comem ou bebem água ainda sujam tudo, de acordo com seu grau de desastre.

Não é por preguiça que eles deixam de limpar tudo. Tenha certeza de que se pudessem ou soubessem fazer isso o fariam.

Logo, adeque sua casa para facilitar todo trabalho de higienização. Além do ambiente não ficar desagradável, auxilia na manutenção da saúde do seu peludo.

Já deixe definido um lugar onde ele fará suas necessidades e o eduque para isso.

6.Conforto

A ideia de que os peludos devem dormir “fora”, que não ficam dentro de casa, é muito antiga.

Hoje eles fazem parte da família. São filhos. Muitas vezes até humanizados, mas isso é assunto para um próximo artigo.

Então, vamos adequar sua casa para que ele tenha o máximo de conforto.

7.Exerça o amor

A realidade na qual vivemos tem passado por uma intensa transição. São tantas preocupações que deixamos de exercitar um sentimento muito importante, que é o amor.

O amor de um peludo é incondicional, irrestrito e intenso.

Nesse caso não é uma questão de você se adequar. É um exercício necessário para que possa retribuir pelo menos um pouquinho de tudo aquilo que recebe a todo instante.

Ao praticar essa sétima dica, todas as outras seis ficarão ainda mais simples. Afinal, todas são correlatas e quando amamos nossa entrega é mais intensa.

E concluindo, nós da La Pet Cuisine torcemos para que o novo membro da família traga a felicidade e, claro, o amor para que a cada dia essa união seja mais intensa.

                                                                                                                                                                        Texto: Thiago Vendrami